A programação típica dos jogos da Antiguidade era assim:
- Primeiro dia: sacrifícios e cerimônia de abertura.
- Segundo dia: provas especiais para crianças: "dromos" (uma corrida em volta do estádio), lutas e pentatlo (uma corrida, lançamento de dardo e disco, salto em distância e luta).
- Terceiro dia: provas para adultos: "dromos", "diaulo" (parecido com o dromos, mas dando duas voltas no estádio) e lutas.
- Quarto dia: provas equestres, pentatlo e corridas com armas.
- Quinto dia: cerimônias de encerramento, proclamação dos heróis e novos sacrifícios.
Na antiga Grécia, em vez de receberem as atuais medalhas de ouro, prata e bronze, os atletas eram premiados com coroas de pequenos ramos de oliveira entrelaçados, que, para os gregos, representava a suprema glória.
A origem do uso da coroa de louros está no mito de Dafne. Ela era uma ninfa que se transmutou em um pé de louro para fugir do Deus Apolo. Ele usou as folhas de louro para fazer uma coroa e passou a ser sempre representado usando-a. Apolo era o deus protetor dos atletas e dos jovens guerreiros. Em Atenas a coroa de louros , que significava distinção e glória, foi substituída por uma coroa de ramos de oliveira, porque essa era a árvore protetora da cidade.
A coroa passou então a simbolizar vitória nos Jogos Olímpicos.
Os arautos, que eram os porta-vozes da época, anunciavam os vencedores de cada prova, dizendo o seu nome, o nome do seu pai e a sua cidade.

Depois, no templo de Zeus, os vencedores recebiam a coroa feita com folhas de oliveira, símbolo da glória. Muitas vezes eram feitas estátuas para homenageá-los.
Apesar de não ter valor material, a coroa tinha um significado muito especial para os atletas e para sua cidade de origem, e ele eram recebidos com grandes festas.
Coroa de louros feita em ouro
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